| ontem... hoje... agora... só amanhã... | ||
Domingo, Julho 30, 2006
Hoje é domingo, pé de cachimbo, o cachimbo é de ouro, bate no touro, o touro é valente, bate na gente agente é fraco, cai no buraco, o buraco é fundo, acabou-se o mundo... posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 2:36 PM - Hã? Quinta-feira, Julho 27, 2006 posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 9:40 PM - Hã?
Hoje, o silêncio... posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 9:36 PM - Hã? Quarta-feira, Julho 26, 2006
"O Tempo Destrói Tudo!" Irreversivel (filme.) ouvindo: The Hours - Philip Glass
posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 10:08 PM - Hã? Terça-feira, Julho 25, 2006
O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente. E os que lêem o que escreve, Na dor lida sentem bem, Não as duas que ele teve, Mas só a que eles não têm. E assim nas calhas de roda Gira, a entreter a razão, Esse comboio de corda Que se chama coração. Fernando Pessoa posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 9:21 AM - Hã? Segunda-feira, Julho 24, 2006 ![]() O universo esportivo é uma máquina na formação de ídolos e heróis. Sempre permitiu que atletas estivessem no foco da indústria midiática, que os transforma em mitos. Esse processo se mostra cada vez mais poderoso em função da globalização da informação através dos meios de comunicação de massa. Basta observar Ronaldo, Pelé e Ronaldinho que são idolatrados mundo afora. Esse caráter mítico que envolve o esporte e toda a espetacularização que os meios de comunicação fazem com relação a isso, provocam em muitas pessoas a ambição de conquistar fama e fortuna, com um trabalho visto como diversão. Aproveitando-se dessa boa vontade das pessoas em ingressar no esporte, muitos projetos sociais são criados com a finalidade de resgate da cidadania e oferta de oportunidades para crianças e jovens. Chame seus amigos e não perca esse bate bola. Seu lugar na arquibancada está garantido. Não fique apenas na torcida, participe! posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 12:29 PM - Hã? Sábado, Julho 22, 2006 ![]() posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 7:03 PM - Hã? Sexta-feira, Julho 21, 2006 posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 9:29 PM - Hã? Rafael Matrone Munduruca, da Universidade Federal de Viçosa, foi selecionado ao entrevistar a diretora de Audiovisual da Secretaria Estadual de Cultura de MG, Anna Flávia Dias Sales Rafael Matrone Munduruca - Universidade Federal de Viçosa Anna Flávia Dias Sales, comunicadora, roteirista e Diretora de Audiovisual da Secretaria Estadual de Cultura de Minas Gerais, mostra um outro olhar sobre a regionalização do cinema nacional e as conquistas realizadas através de parcerias entre o privado e o público. Como funciona a Diretoria de Audiovisual da Secretaria Estadual de Cultura de Minas? Anna - A Diretoria abrange as atividades de fomento, a Filme em Minas; de desenvolvimento, que acreditamos ser também de desenvolvimento econômico, que é a Minas Film Commission; e atividades ligadas à formação, as oficinas. Como é que é trabalhar o Audiovisual em um estado onde só existem dois cursos de cinema e que estão em estágio inicial? Ainda é informal como o mercado. É necessário um aprendizado por parte da Diretoria de Audiovisual ao longo do tempo. Começar a acumular uma noção do que é gestão pública, para conseguir crescer e se articular. Existem vários desejos e necessidades, mas não há como atender nem dialogar com todos. Tem que fazer opções a cada biênio, pois as coisas andam devagar. O que vem a ser o Filme em Minas? É um programa de estimulo ao audiovisual, que lida com lei federal de incentivo a cultura. Repassamos recursos de patrocínio através da Lei de Audiovisual (n° 8.685/93) e da Lei Rouanet (n° 8.313/91). São sete categorias. As pessoas se inscrevem e passam por uma comissão julgadora. Os projetos que forem escolhidos são premiados. Como funciona a Film Commission e qual a relação dela com a Diretoria de Audiovisual? A Film Commission é a Diretoria de Audiovisual, por enquanto. Trata-se de um conjunto de facilidades que são oferecidas para produções que desejam se realizar no estado. Isso fomentará o audiovisual e trará recursos. De alguma maneira, há formação de mão de obra. A produção ainda promoverá Minas quando o filme sair. Economicamente é importante. Por isso que é formada por gente de turismo, desenvolvimento social e cultura, para ter essa formação interdisciplinar no governo. Existem Cinema e Cinemas, o que são esses Cinemas? Cinemas são novas formas de fazer cinema. A Curta Minas abriu um edital de filmes para celular, que poderão ser vistos no aparelho e também pela internet. Têm várias de formas de exibir e difundir cinema, o que faz com que as produções busquem se adaptar. Hoje é muito mais livre. Por isso temos cunhado o termo audiovisual. Cinema, hoje, é tudo aquilo que é audiovisual. É imagem em movimento que faz algum sentido. Tem essa vantagem, mas tem desvantagens também, pois a capacidade de produção de filmes de má qualidade também aumentou. Mas de qualquer forma, passa-se a ter o meio de produção na mão e o discurso pessoal, que pode influenciar e que pode ser ouvido. Como você vê a regionalização de produção do cinema? É uma utopia, pois através do audiovisual você vai experimentar o que é a diversidade cultural, das formas de ver e perceber o mundo. Com as oficinas queremos descobrir como as pessoas vêem a própria realidade. Como estão produzindo o sentido próprio. Não apenas recebendo, mas fazendo e produzindo sentido. Isso é maravilhoso. Como é a Anna Flávia profissional de cinema? Tenho muita tranqüilidade para falar disso, pois sou uma roteirista tipicamente belo-horizontina, que não teve um mercado para atuar. Mas dei um bom vôo, dentro das possibilidades de BH. Fiz longa-metragem, documentário, curta e multimídia, que eu adoro. Ultimamente minha ¿coqueluche¿ tem sido fazer multimídia, conteúdos interativos. Fiz para o Museu de Artes e Ofícios, estou fazendo um outro tipo agora, e já em 1987 fiz para a Secretaria Municipal de Cultura uma revista cultural chamada Zapping, justamente um trabalho com multimídia. E aí tive essa experiência plural, que é uma coisa que me dá muito prazer. Adequar a linguagem a um determinado tipo de público. Trabalhei na Rede Minas por muitos anos, fui redatora e roteirista. Participe Participe você também, envie sua reportagem ou entrevista inédita. Você corre o risco de ser publicado e ainda ganhar uma grana. Leia atentamente o regulamento e se inscreva aqui. posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 8:31 AM - Hã? Quinta-feira, Julho 20, 2006
Café com Papo... Café com Papo... Café com Papo.. Café com Papo.. Café com Papo. Café com Papo Café com Papo Café comPapo CafécomPapo CafecompapoCafecompapoCafecopapoCafecpapo CafepapoCafpapoCapapoCapapoCpapoCapoCpoCoC............ Trabalho... Trabalho... Trabalho... A pilha de livros não diminui... A lista de afazeres não se acaba... E o tempo passa... passa... passa... posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 7:42 AM - Hã? Quarta-feira, Julho 19, 2006
O Cravo brigou com a Rosa O Cravo brigou com a Rosa Debaixo de uma sacada O Cravo saiu ferido A Rosa despedaçada. O Cravo ficou doente A Rosa foi visitar O Cravo teve um desmaio A Rosa pôs-se a chorar posted by RAFAEL MATRONE MUNDURUCA 12:15 PM - Hã? |
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